O caminho do Peregrino

Uma jornada sobre o sentido da vida e a busca pela salvação

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SINOPSE

Atormentado por ter sabido que a sua cidade iria ser destruída, um homem resolve abandonar tudo o que tem e partir em busca da salvação. Carregando consigo um enorme fardo e o livro onde tomou conhecimento da desgraça antecipada, enceta, assim, uma peregrinação repleta de aventuras e desafios, na qual se cruza com inúmeros personagens marcantes que ora ajudam ora dificultam a sua viagem.
Publicado originalmente em 1678, O Caminho do Peregrino é uma metáfora sobre o sentido da vida e a busca por um bem maior. Ao longo da História tem-se revelado uma inspiração para todos os que procuram a paz espiritual, acreditam no poder da fé e admiram a resiliência de quem luta incansavelmente por aquilo em que acredita.
Talvez por isso esta seja considerada uma das obras mais lidas de sempre e a segunda mais importante do Cristianismo, logo após a Bíblia.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

Nenhum outro livro em inglês, para além da Bíblia, iguala a obra-prima de Bunyan (...) ou a sua influência em escritores como William Thackeray, Charlotte Brontë, Mark Twain, CS Lewis, John Steinbeck e até Enid Blyton.
Robert McCrum, The Guardian

DETALHES DO PRODUTO

O caminho do Peregrino
ISBN: 978-989-739-170-5
Edição/reimpressão: 09-2022
Editor: Albatroz
Código: 03546
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 212
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Espiritualidades

sobre John Bunyan

JOHN BUNYAN nasceu em 1628, em Elstow, a sul de Bedford. De família paupérrima, teve pouca educação formal, mas aprendeu a ler e a devorar os romances medievais, em que bravos cavaleiros enfrentavam dragões e monstros. Na juventude era conhecido pelos muitos impropérios que proferia e por dedicar os domingos à dança e ao desporto, o que era malvisto pelos puritanos. Aos 16 anos, no auge da Guerra Civil, juntou-se ao exército. Certa vez foi “retirado” do seu posto, e o soldado que o substituiu foi baleado mortalmente, o que Bunyan viu como uma intervenção divina que mudaria a sua vida – deu um novo sentido à sua fé, tornando-se um pregador de excelência que todos queriam ouvir. Porém, acabou preso por pregar sem permissão, tendo passado mais de 12 anos no cárcere – um dos mais longos períodos registados pelo mesmo motivo. Apesar das miseráveis condições das prisões
da época, foi aí que Bunyan escreveu grande parte da sua obra. Após reconquistar a liberdade, dedicou-se a escrever e a pregar. Faleceu em 1688, tendo deixado escritas mais de 60 obras, entre as quais The Pilgrim’s Progress, considerado o segundo livro mais relevante da História do cristianismo.
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